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domingo, 13 de maio de 2012

10 programas imperdíveis em Lisboa

Passei a última semana descrevendo com detalhes as coisas que fiz e comi em Lisboa. Agora é hora de fazer um resumão com os passeios mais legais para se fazer na cidade (clique nos links para ver os posts mais detalhados do blog, e as fotos):

1. Andar de bondinho
Não é um passeio turístico, mas rende uma experiência interessante, se espremendo pelas estreitas ruas antigas da cidade.

2. Visitar o Castelo de São Jorge
Além das bonitas muralhas, por ficar no topo de uma colina, rende uma ampla vista de Lisboa.

3. Ir descendo do Castelo a pé, até a Baixa
Visite a Sé de Lisboa e a Igreja de Santo Antônio, passe pela Praça do Comércio, e entre na Baixa pelo Arco Triunfal da Rua Augusta.

4. Passear pelo Bairro Alto
Mais agradável e descolado que a Baixa, há muita coisa legal para ver e comprar (se der sorte, vai escutar ótimas bandinhas tocando no meio da rua). Visite a fofa lojinha vintage A Vida Portuguesa.

5. Provar o pastel de belém do A Brasileira
No bairro Alto, não deixe de visitar o famoso café do Fernando Pessoa e tirar uma foto com a estátua dele. Garanta um lugar no balcão e prove o sensacional e cremoso pastel de belém de lá.

6. Provar o pastel do Pastéis de Belém
E já que o assunto é pastel, não deixe de provar o original (e super famoso) que fica lá mesmo, em Belém.

7. Passear por Belém
Depois de provar os pastéis, visite também o belíssimo Mosteiro dos Jerônimos e a famosa Torre de Belém, e dê uma espiada no Padrão dos Descobrimentos. O Pastéis de Belém e esses três ficam próximos, dá pra ir a pé.

8. Passear pela Avenida da Liberdade
Caminhe pela chique avenida, e se o bolso permitir, faça umas comprinhas. Passe pela Praça dos Restauradores e depois veja os lindos edifícios ao redor da Praça Dom Pedro. Próximo à Liberdade, coma uma típica comida Portuguesa no Solar dos Presuntos.

9. Comer no Hard Rock Lisboa
Parada absolutamente OBRIGATÓRIA se você gosta de rock ou hambúrguer (se gosta dos dois então, nem se fala).

10. Provar os peixes portugueses
Como todos já sabem, além dos doces a base de ovos e nata, o outro item famoso da dieta portuguesa são os peixes - sobretudo bacalhau. Visite a original Conserveira de Lisboa, loja só de latinhas fofas e traga algumas pra casa. Coma o ótimo bacalhau com nata do Tasquinha d'Adelaide, mesmo se não gostar do peixe (experiência própria!).

Assim, me despeço dos posts de Lisboa, na esperança de que tenha deixado vocês com vontade de conhecer a cidade. Confesso que pessoalmente não era um dos lugares do mundo que tinha mais vontade de conhecer: grande injustiça! Além de alguns pontos bem bonitos que tem para se ver e coisas maravilhosas para comer, o povo de Portugal faz toda a diferença. Ao contrário dos gringos antipáticos que a gente tem que aturar em certos cantos, ô povinho amável e engraçado. Bata papo com as figuras sempre que possível, garanto renderem muitas pérolas e risadas.

Veja mais:

sábado, 12 de maio de 2012

Comendo em Lisboa: Pastéis de Belém

Last but not least, encerrando os posts de Lisboa... vem a resenha dos pastéis de belém mais famosos da cidade (do lugar com o próprio nome: Pastéis de Belém) que eu falei láaaa atrás, num dos primeiros posts da viagem.

O suspense não foi proposital, mas acabou refletindo a minha expectativa com os benditos doces, que fui comer só no último dia de viagem. Glicose-maníaca como eu sou, estava curiosíssima para provar os tão falados originais pastéis e ver se mereciam a grande fama, no meio de tanto doce gostoso que tem em Portugal.


Já na entrada, havia uma fila grande, em meio a pessoas que compravam as embalagens para viagem e comiam os pastéis em pé, na rua mesmo. Antes de encarar a fila, entramos pra pedir informação e descobrimos que era a fila para o balcão. Dentro, haviam mesinhas onde era só entrar e batalhar por um lugar, que foi o que fizemos. Apesar do grande movimento, duas coisas positivas: o serviço era bem eficiente e não esperamos muito até vagar uma mesa (talvez uma coisa implique a outra). O lugar é simples mas bonitinho, rodeado por azulejos portugueses e o texto "Desde 1837" estampado com orgulho em todo canto.


Pra aumentar o suspense (e a história) queríamos não apenas comer os pastéis, mas fazer um lanche mesmo (alguma horas depois, pegaríamos o vôo para Espanha). O local serve, além dos doces, sanduíches e salgados. Provamos bolinhos de bacalhau, bolinhos de carne, risoles de camarão (muito bom) e quiche de queijo e espinafre. Tudo bom e sequinho (entre 1-2€).


Prontos para o grand finale? Eu estava!


Pedimos alguns pasteizinhos (1€), e depois não resistimos em repetir. Estavam deliciosos, realmente. O que percebi de diferente dos outros pastéis que comi na viagem, é que a massa era mais crocante (como se fosse "mais folhada", faz sentido?). O recheio era mais consistente do que o do pastel que comi no A Brasileira, que era mais mole e cremoso. Em resumo, eu preferi a massa do Pasteis de Belém, e o recheio do A Brasileira. Mas a verdade é que os dois são sensacionais, e vale a pena conhecer ambos e dar o seu veredicto.

Onde:
Rua de Belém 84  1300 Lisboa, Portugal

Comendo em Lisboa: A Brasileira

O café A Brasileira é aquele café tradicional de Lisboa, onde fica a famosa estátua do Fernando Pessoa, do lado da qual os turistas fazem questão de sentar e simular um bate papo, ou arriscar umas poses mais elaboradas.


Aqui no blog, vou colocar minha pose certinha, pra ficar condizente com o respeitável espaço, ok?
Paramos lá para fazer um lanche: nós, e metade da população de Lisboa. Sim, estava bombando. Depois de muita dificuldade, conseguimos uma mesa do lado de fora. Com muito custo, descolamos um cardápio. Com muito esforço... não conseguimos que o garçom nos desse atenção. Já que os sanduíches que passavam ao lado não aparentavam grandes coisas e aquele lanche estava demorando demais para o nosso gosto, levantamos e fomos embora (rumo ao gostoso Vitaminas).

Mas eu sou dessas que acha que história boa é história com final feliz, e esse post do blog não acaba assim não. Havíamos ouvido falar muito bem dos pastéis de belém de lá, e no estilo brasileiro-não-desiste-nunca, voltamos mais tarde, só pra se espremer no balcão e provar os pastéis.


Resumo da ópera: realmente não compensa sentar e aguardar o lentíssimo serviço do A Brasileira, mas não se abale com a falta de conforto do balcão, e não deixe de sair de Lisboa sem provar esses pastéis. Divinos! Recheio cremosíssimo, desse que faz uma deliciosa lambança. Pedida muito recomendada e falam bem também do café de lá (mas infelizmente, sou pouco gabaritada para opinar neste quesito).

Onde:

Comendo em Lisboa: Vitaminas Garrett

Nas andanças pelo Chiado, queríamos fazer um almoço rápido e leve, pois o tempo era curto, e as coisas legais para ver e comprar, muitas (veja aqui e aqui). Passamos na frente do Vitaminas Garrett, um fast-food especializado em comidas saudáveis, que achamos bonitinho. Como esses itens não podiam estar mais de acordo com o que a gente queria, decidimos comer lá.



O local oferece sanduíches e saladas, e a minha pedida foi a segunda. Pode-se escolher a base (alface ou massa), e montar a salada escolhendo um molho e 5 ingredientes (5,90€) ou optar por alguma sugestão pronta.

Peguei uma salada de massa integral, com frango, brie e molho cremoso de alho (dentre outras coisas). Sorry por não ter a foto da salada, pois estava muito boa! Caprichada, com ingredientes de qualidade e deliciosa (Alô Spoleto! Vamos aprender como se faz uma salada de massa decente?).

No final das contas, tenho lá minhas dúvidas se foi de fato uma refeição light, dado os ingredientes que escolhi pra minha salada. De qualquer forma, se quiser um lugar pra comer na região sem perder muito tempo, está bem recomendado! Foi uma escolha à toa, porém muito feliz. Depois vi que o Vitaminas tem várias unidades em Lisboa.

Onde:
Rua Garrett 58, Chiado - Lisboa, Portugal

Comendo em Lisboa: Tasquinha d'Adelaide

Saímos do Brasil com a recomendação do Tasquinha, e no caminho para o restaurante, o taxista comentou: "nessa rua onde vocês vão tem um restaurante muito bom, o Tasquinha d'Adelaide". Respondemos animados que era pra lá mesmo que estávamos indo. A animação acabou na mesma hora, quando o taxista perguntou se havíamos feito reserva e emendou um "ihhh" com a resposta negativa.

Acabamos dando a sorte de ocupar a última mesa vaga do minúsculo restaurante (contamos algo como 10 mesas). Mas se tiver a intenção de ir no Tasquinha, recomendo não arriscar: além de pequeno, a rua do restaurante é bem deserta, não parecendo haver opções de plano B. Por isso, faça reserva!

O ambiente do Tasquinha é simples, sendo a comida o que faz a fama do local. Assim, o couvert foi uma decepção: um pão com manteiga sem graça, sem graça... nem lembrei de fotografar. Recomendo dispensar e pedir uma entrada (as descrições do cardápio pareciam mais interessantes).


Antes de falar sobre o pedido dos pratos, um parêntesis pessoal: eu não suporto bacalhau, não como de jeito nenhum. Mas já antecipava que não teria escapatória do dito cujo em Portugal, e não deu outra: dias antes, no jantar oficial do congresso que participei, o bacalhau era o prato principal do menu tipicamente português. Era comer ou passar fome... e por incrível que pareça, eu comi e gostei. Muito mais suave do que os salgadíssimos do Brasil.

Acontece que nem a boa experiência anterior e nem a apetitosa descrição do bacalhau do Tasquinha (gratinado com purê de batata e nata) me fizeram pedi-lo. Fui de pescado com batatas (19€), enquanto meus pais pediram o bacalhau (22,50€). No fim, estão aí as fotos pra ilustrar que o prato mais bonito era também o mais gostoso, e era (droga!) o bacalhau.


Meu peixe era gostoso, mas espinhento e não justificava o preço que paguei nele. O bacalhau, por outro lado, estava muito saboroso (elogio aumentado, vindo de alguém que não gosta de bacalhau), e o sal ficava mais por conta do gratinado mesmo.

Primeira lição: está indo para Portugal e não curte bacalhau? Arrisque mesmo assim, especialmente se vier misturado com outras coisas que você gosta. 

Em seguida, comi um toucinho do céu (bolo típico português a base de ovos) que era melhor do que qualquer sobremesa que provei nos restaurantes portugueses que conheci, mas não tão bom quanto os doces que comi em cafés/padarias.


Segunda lição: dê preferência aos docinhos de cafés e padarias. Pelo menos os que provei, eram mais caprichados, baratos e gostosos.

Onde:

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Comendo em Lisboa: Hard Rock Café

Normalmente, as coisas boas que a gente encontra em viagens a gente deseja que existisse na nossa cidade também. Mas olha, eu só posso dar graças a Deus que não tem Hard Rock em SP, senão meu colesterol já tava no céu, e minha expectativa de vida em uns 30 anos.

O que uma pessoa viciada em cheeseburger pode falar de um dos melhores que já provou na vida? Deixo só a foto do hambúrger (já mordido) pra vocês.


Já contei aqui no blog da minha experiência no modernoso Hard Rock de Las Vegas, e dessa vez fui conhecer a unidade de Lisboa. A pedida foi um dos Legendary burgers do cardápio (o legendário não é exagero não!), todos custando 15€. Fui de Hickory Burger, com bacon crocante, cebola caramelada, queijo e barbecue (caseiro e sensacional, não desses prontos). Tudo isso acompanhando um hambúrger enoooorme e hiper suculento, além de fritas (bem light).

Mesmo com toda empolgação com o lanche, não posso nunca dizer que o ambiente foi um coadjuvante nessa noite! O Hard Rock Lisboa tem dois andares (o bar fica no primeiro, e a maioria das mesas no segundo). O som é mais alto no andar de baixo, tocando todo tipo de rock, de todas as épocas.


Nas paredes, as habituais relíquias que ficam expostas nas unidades do Hard Rock, como guitarras usadas por Aerosmith, Noel Gallager, Metallica, Cream, Van Halen, Jewel, Black Crowes, etc. Além de uma calça do Bowie, uma jaqueta do The Who, uma jaqueta assinada por George Harrison e Ringo (<3) e o terno Versace que o Elton John usou na turnê brasileira de Rio e SP em 1995. Se o hambúrguer é uma ameaça a minha saúde, esses tesourinhos eu bem que queria ter na minha casa!


No andar de baixo, fica também uma gift shop com as coisas mais lindas do mundo (e obviamente caras, porque nem tudo é perfeito). Os copos são lindos e aqui vai uma dica: certas bebidas do cardápio dão direito a levar o copo pra casa. É um bom pretexto pra tomar umas e sair de lá com um souvenir.

Onde:
Avenida da Liberdade, 2 1250 - 144 Lisboa Portugal

Comendo em Lisboa: Solar dos Presuntos

(Acabaram-se os posts de passeios em Lisboa, para dar lugar ao assunto mais recorrente do blog: comida! :)

O que esperar de um restaurante cujas paredes são forradas de fotografias de famosos, incluíndo brasileiros conhecidos (um monte de atores como Claudia Raia, Alexandre Borges, Taís Araujo, etc) e os ex-presidentes Fernando Henrique e Lula? No mínimo, espera-se um lugar bem formal e refinado, e cria-se altas expectativas quanto a comida.


Pois bem, o Solar dos Presuntos (como já indica o nome) não tem toda essa formalidade, não. Fica em uma travessa da chique Avenida da Liberdade, mas não é um lugar cheio de frescuras e os garçons só faltam te abraçar de tão simpáticos. Já a comida, atende as expectativas, e é excelente.

Faixada do Solar dos Presuntos, ao lado do bondinho
Pegamos o couvert que incluía cesta de pães (5,55€ por pessoa), jamón pata negra (14€), e um tal queijo de azeitão (5,40€), que olha... sen-sa-cio-nal. O garçom explicou que o queijo é produzido na região de Azeitão (daí o nome), para o Solar. Ele era derretido por dentro e tinha um sabor bem forte, muito bom. Os itens do couvert são cobrados a parte mesmo, se não fizer questão de algum, peça pra recusar.

Couvert
De pratos, pedi camarões empanados com arroz maladrinho (18€ - como não amar estes nomes? hahaha). Minha mãe pediu filé de peixe empanado com o mesmo arroz (25€), e papito foi de bacalhau à Gomes de Sá (17€). O camarão estava incrível (melhor que o peixe) e meu pai adorou o bacalhau. Repare que a apresentação dos pratos (que ficam numa mesa ao lado e são montados na hora) é simples e sem firulas (confirmando o que já falei ali em cima).

Apenas parte da comida foi servida nos pratos, havia mais ao lado da mesa
De sobremesa, pedi um "pão de ló de Monção" com creme de ovos (5,40€), que era mais bonito do que gostoso.


Termino a resenha com um diálogo engraçado que a gente só teria em Portugal. Antes de pedir o doce, perguntei ao garçom: "o pão de ló é tipo um bolo mesmo, né?". O que ele me respondeu, com o entendimento sempre muito literal dos portugueses: "Não. É só uma fatia do bolo. Não é o bolo inteiro".

Como não amar os portugueses?

Onde:
Rua das Portas de St Antão 150, Lisboa - Portugal
http://www.solardospresuntos.com/

Veja mais:
O que fazer em Lisboa
Onde comer em Lisboa
Onde comprar em Lisboa
Onde se hospedar em Lisboa
Dicas de Coimbra

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Lisboa: onde comprar

Pra quem não sabe, muitas lojas da Europa tem o Tax Free: você faz compras numa determinada loja acima de um certo valor (em Portugal são 60€), pede o formulário do Tax Free e entrega no aeroporto, no retorno. Eles te devolvem na hora, em dinheiro, um pouco mais de 10% (não lembro exatamente) do que você gastou.

Pegamos o reembolso no aeroporto de Madrid (mesmo das compras de Portugal) pois era nosso destino final. Independente do que falam em poucas lojas, você pode pedir em cima de uma nota só, ou juntar várias de uma mesma loja (mesmo de datas diferentes) e pedir só no final. No aeroporto foi hiper tranquilo, sem filas e não implicaram com valor nenhum.

- Avenida da Liberdade
É o lugar onde ficam as lojas de grife, como Prada, Louis Vuitton, Gucci, Boss, Carolina Herrera... Há também duas multimarcas em galerias que ficam na avenida, a Fashion Clinique (vende Stella Mccartney, Miu Miu, Jimmy Choo, etc) e a Stivali (Channel, Balenciaga, etc). Para comprar óculos, gostei muito da André Ópticas, que vende diversas marcas com atendimento excelente, e as lentes para óculos de grau ficam prontas em 1h (tem inclusive um caprichadíssimo exame free, se você não vai no oftalmo faz tempo).

- Bairro Alto
Se seu orçamento não te permite esbanjar na Liberdade, vá afogar as mágoas nas muitas Zaras da cidade (com preços bem menores que no Brasil - normalmente metade - e itens mais legais). As Zaras estão sempre acompanhadas das igualmente baratinhas H&M, Mango, Pull&Bear e Stradivarius. Um lugar que achei legal pra fazer compras nesse combo de lojas é o Bairro Alto/Chiado, onde as lojas são mais tranquilas que na Baixa, além de ser um bairro mais legal de andar (como eu contei aqui).

Imagine se houvesse uma loja que vendesse exclusivamente latinhas de peixe... só poderia ser em Portugal né? Pois bem, o lugar existe (desde 1930) e fica lá mesmo, na Baixa de Lisboa. A variedade de latinhas é bem grande (tem sardinha, bacalhau, atum... com azeite, tomate, apimentadas...) e as atendentes tem paciência pra explicar as diferenças entre cada uma.

As embalagens são também uma fofura, com um ar retrô bem colorido e bonitinho. Dá pra levar de presente, pra quem quiser dar um souvenir mais original. Os preços são bons e mais baratos do que em outros lugares onde vi as mesmas latinhas.

Trouxemos algumas e aprovamos: bem gostosas e sem aquele cheiro forte de peixe que já sobe quando abrimos as latinhas compradas aqui.


É um verdadeiro paraíso vintage! São diversos produtos que vão desde sabonetes à brinquedos, passando por caderninhos, chocolates, enfeites, bebidas e até pasta de dente e farinha, tudo com aquela cara de que parou no tempo. Dá uma olhada nos itens do site, que por si só já é uma fofura. As embalagens dos sabonetes são as mais lindas, e há outras também divertidas. Se gosta do estilo vintage, vale a passada durante as andanças pelo Bairro alto, nem que seja só pra espiar.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Lisboa: Hotéis Eurostars das Letras e Altis

A minha estadia em Lisboa foi interrompida em dois momentos, e sendo assim, acabei conhecendo dois hotéis (dado que não arrumei reserva pra todos os dias em um só). De qualquer forma, escolhi dois hotéis bem próximos: o Eurostars das Letras (onde fiquei na segunda até o fim do dia - quando fui pra Coimbra) e o Altis (minha casinha para o fim de semana seguinte).

Algumas coisas posso dizer em comum dos dois hotéis: ambos são grandes, bonitos e confortáveis, e os recepcionistas são altamente simpáticos e prestativos. Por serem próximos, tem em comum também a ótima localização: muito perto da agradável Avenida da Liberdade, e à 5 minutos a pé do metrô. A caminhada pela Liberdade termina na praça dos Restauradores, e andando um bocadinho mais, se chega na praça Dom Pedro (bem bonita), e logo adiante, Baixa e Chiado.

Praça Dom Pedro
Nesse hotel, escolhi não pegar a opção de café da manhã, o que acabou sendo bom. Quando estava indo para a Liberdade (a duas quadras do hotel) passei por um café/padaria pequeno e simples chamado Picasso Cafetaria onde comi um dos melhores doces que provei na viagem: uma incrível torta de nata (bem grande e cremosa, por menos de 2€ - fico devendo a foto dessa delícia). Nessa mesma rua (Barata Salgueiro) haviam vários restaurantes bonitinhos, pra quem quiser comer pelas redondezas do hotel.

Eurostar
No Altis, já optei pela diária com café incluso. O café tinha bastante opções de frutas, iogurtes, pães e folheados, com potinhos de geléia e sachês de nutella, nespresso à vontade e uma seção diet, da qual passei longe (cereal integral eu já como em São Paulo, né?).

Uma coisa boa é que o Altis oferece serviço de transfer gratuito para o Aeroporto (economiza-se assim, cerca de 12€ com táxi). Basta agendar a hora de saída (no nosso caso, fizemos no dia anterior). Mais pontos positivos para o mega-poderoso secador do banheiro (a mulherada agradece) e pontos negativos para a porta giratória automática da entrada, que acelera quando alguém se aproxima. Sempre ficava prestes a enfiar a testa nela toda vez que ia entrar no hotel.

Altis
Veja mais:
O que fazer em Lisboa
Onde comer em Lisboa
Onde comprar em Lisboa
Dicas de Coimbra

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Lisboa: o que fazer (parte 2)

Se estiver conhecendo Lisboa, a visita ao bairro de Belém é indispensável, onde estão pontos turísticos bem famosos da cidade. Chegando na região, é tudo pertinho e se faz a pé.

Foi um dos locais mais bonitos que visitei durante toda a viagem (prova das muitas fotos que acompanham esse post). Pra começar, o mosteiro é enorme, como se vê nas fotos, mas boa parte dele não é aberta para visitação (na parte esquerda, ficam os dormitórios dos monges). Para os turistas, se pode visitar a igreja e o claustro. A primeira, imponente e belíssima, abriga os belos túmulos de Vasco da Gama e Camões (a saber, eles não estão lá desde as suas mortes: os túmulos foram construídos no século XIX e eles foram levados para lá posteriormente). No claustro, igualmente trabalhado e bonito, estão Fernando Pessoa e Alexandre Herculano. O mosteiro é belíssimo e vale super a pena a visitação. Havia uma filinha e vale a pena reservar cerca de 1h para a visita.
Entrada: 10€, dando acesso também a Torre de Belém. Gratuita aos domingos e feriados até as 14h.


Saindo do mosteiro e atravessando a rua em direção à margem do Rio Tejo, logo se vê o monumento, construído em homenagem aos heróis portugueses da época dos descobrimentos. Havia algumas pessoas no topo, o que indicava que era possível visitá-lo, mas me parecia que a única coisa que se tinha para fazer lá dentro era apreciar a vista de cima mesmo.


Caminhando agora no calçadão ao lado do Tejo, se chega na Torre de Belém (aproximadamente uns 15 minutos a pé desde o mosteiro). É um dos principais monumentos da cidade, desses que a gente vê toda hora estampando as lembrancinhas das lojas de souvenirs. Apesar da fama, achei até que pequeno e simples, depois de visitar o enorme e detalhado mosteiro. De todo modo, rende boas fotos.
Entrada: Mesma coisa do mosteiro (visita conjunta).


Finalmente, um programa absolutamente indispensável de se fazer no bairro de Belém é provar os famosíssimos doces do Pastéis de Belém. Fundado em 1836, dizem que é o único lugar que serve verdadeiramente os originais pastéis de belém, enquanto todos os demais são apenas pastéis de nata. Quem acompanha o blog já sacou que eu gosto bastante de postar sobre comida, e sendo assim: (1) óbvio que provei os pastéis, (2) os ilustres docinhos merecerão um post dedicado exclusivamente a eles daqui a alguns dias. (Atualizado: o dia chegou, e a resenha dos pastéis você encontra aqui).

Veja mais: