domingo, 10 de junho de 2012

Barcelona: o que fazer (parte 2)


Se o post passado foi dedicado ao Gaudí, agora é hora de falar sobre o passeio pelo Bairro gótico, La Ribera e arredores. Tem bastante coisa para ver e acaba sendo um passeio longo, mas tudo que descrevo abaixo pode se fazer a pé, ok? Sugiro começar o passeio pela Plaça Catalunya (tem uma estação de metrô lá). Anota aí para conhecer:

Catedral de Barcelona:
Belíssima catedral no estilo gótico, muito linda mesmo! A catedral foi construída entre os séculos XIII e XV e vale muito a visita.
Entrada: durante a semana, é gratuita em um certo intervalo (se não me engano, antes das 13h e depois das 17h).


Praças góticas:
Além da Plaça de la Seu, onde fica a Catedral, há varias praças pelos arredores do bairro gótico. Na Plaça de Sant Jaume, está o o Palau de la Generalitat (parlamento da Catalônia), e a Capela de São Jorge, construída no século XV. Na Plaça de Ramon Berenguer el Gran, está um conjunto de bonitas muralhas romanas que restaram da época do Baixo Império.

Plaça de Sant Jaume
Plaça de Ramon Berenguer el Gran

Carrer de Montcada:
A rua super estreita e com ar medieval é uma gracinha, repleta de lojinhas e lugares interessantes para comer (recomendo fortemente o Lonja de Tapas). É também onde fica o Museu Picasso (entrada 11€), onde estão reunidas muitas das obras do artista. Destas, a mais famosa é uma série de interpretações do quadro "Las Meninas" de Velázquez (exposto no Museo del Prado, em Madrid).

Montcada
Museu Picasso

Mercado de Santa Caterina:
Saindo da Montcada, você pode subir a Via Laietana (uma avenida larga) em direção ao antigo mercadão. É muito mais simples do que o Mercado de San Miguel, em Madrid, por isso não acho que compensa a visita. Mas, se passar por ele, repare no teto colorido e ondulado.


Palau de la Música Catalana:
Caminhando na mesma direção, você chegará no Palau de la Música Catalana, um auditório de música que recebe visitas (guiadas, somente). Eu tinha vontade de fazer o passeio (basicamente, tudo que tem "música" no nome já desperta de imediato o meu interesse), mas as visitas são apenas até as 15:30, e eu cheguei lá depois disso. Para mim, ficou pra próxima, e para vocês, fica a dica.
Entada: 15€, visitas guiadas, das 10:00-15:30h.


Igreja de Santa Maria del Mar:
Na direção oposta da Via Laietana, um pouco abaixo da Montcada, fica a igreja de Santa Maria del Mar. É uma igreja simples, porém bonita, construída pelos trabalhadores mais humildes, para homenagear a santa padroeira dos marinheiros e pescadores. Repare no barco que fica na frente da imagem da santa, no centro da igreja. Se pretende fazer a visita, cuidado com o horário da siesta: ela fecha entre 13:30 e 16:30h.
Entrada: gratuita.


Barceloneta:
Descendo mais ainda, chegará na região da orla de Barcelona, onde fica a Barceloneta, famosa praia de lá. Confesso não ter gastado um tempo na Barceloneta em si, pois estava muito frio (e minha veia baiana pede praia no calor :). Na região da orla, repare no Cap de Barcelona, uma escultura criada pelo artista pop Roy Lichtenstein e no simpático Gambrinus, uma escultura de lagosta com um sorrisinho estilo cartoon muito engraçadinha.

A minha foto ficou distante: aqui tem uma melhor da carinha da lagosta

La Rambla:
Finalmente: estando em Barcelona, não se pode deixar de conhecer a principal rua de lá: La Rambla. Deixo para o final do roteiro pois é uma rua legal de ir a noite, repleta de barzinhos e restaurantes, sempre bem movimentados (vale para os arredores também). Escolha o lugar que mais te agrada e experimente (muitos deixam o menu visível na porta). Cuidado pra não confundir: a La Ramba termina na Plaça Catalunya, a partir da qual começa a rua Rambla Catalunya. A segunda possui também opções para comer e beber, mas a primeira é que é a mais famosa, tá? La Rambla fica também na região do bairro gótico e é perto das outras coisas que falei.

Finalmente, confesso (provavelmente em meio a pesadas críticas) que não me abalei para conhecer o Estádio do Barcelona. Me dêem um desconto: meu interesse em futebol é zero e os dias na cidade meio contados, então achei mais legal usar meu tempo para compras, passeios e comida. Mas, lógico, um roteiro completo deveria incluir a visita ao estádio, que dizem ser lindo. Só pra saber, ele fica bem fora de mão das coisas que já falei no blog: é preciso estudar a melhor forma de chegar até lá.

Veja mais:

sábado, 9 de junho de 2012

Barcelona: o que fazer (parte 1)


É hora de falar de Barcelona, cidade que fechou o nosso roteiro, e encerra também os posts da viagem no blog. Para começar, vou falar do que eu chamo de "roteiro Gaudí": as atrações turísticas mais famosas de Barcelona giram em torno das obras do arquiteto Antoni Gaudí (1852-1926). As principais:

Sagrada Familia:
Talvez, quem veja fotos da Sagrada Família pela internet, possa achar que o lugar não seja merecedor de tanta veneração, ainda mais com aqueles guindastes feiosos que atrapalham o visual da fachada. Pessoalmente, o lugar é imensamente mais bonito do que qualquer foto consegue retratar. Difícil definir em um adjetivo: posso pensar em magnífico, exuberante, impressionante... mas acho que fico mesmo com surreal. Sim, imaginar como alguém consegue pensar em algo tão único na sua época está além da minha capacidade!

São duas faixadas, a do nascimento de Jesus e a da sua crucificação. A primeira tem um nível de detalhes impressionante, enquanto a segunda tem linhas muito mais modernistas. Vale prestar atenção nos painéis explicativos para entender o que está sendo retratado em cada canto: se você só bater o olho e voltar, vai perder boa parte do encanto.


A faixada da Sagrada Família me impressionou, mas o que me deixou de boca aberta foi mesmo o seu interior: diferente de qualquer coisa que já vi na vida, lindo, lindo, lindo! Há também algumas salas no estilo mini-museu para aprender mais sobre a basílica. Achei muito bacana a informação sobre o teto, que busca imitar o encontro de árvores num bosque. Não é que parece mesmo (com um ar meio onírico)? Prestem atenção no que digo, se for à Barcelona a visita é indispensável!!!


Dica: por ser super famosa, espere muita gente visitando a Sagrada Família, e filas enormes. Para não perder um grande tempo na fila, recomendo comprar os ingressos pela internet. São horas marcadas e visitas de 1h. Compramos antes de ir e não pegamos fila nenhuma, super tranquilo!
Entrada: 13€, muito bem gastos!

Parc Güell:
A principal atração do parque são, novamente, as obras de Gaudí, que ficam bem na entrada. Dentre elas, a mais famosa é a escultura do colorido dragón, que fica no meio da escadaria central. Tirar uma foto com o bendito é praticamente uma guerra: você deve gastar um bom tempo até conseguir (com sorte) uma foto em que o bichinho não esteja rodeado pelas cabeças de muitos turistas insistentes. Na parte superior, repare nos desenhos bonitos dos bancos ondulados.


Fomos para o parque de metrô, descendo na estação Vallcarca, como nos recomendaram. O que não disseram era que havia uma subida gigante até lá: parte possuia escadas rolantes, mas a maioria era na raça mesmo. A vantagem de fazer o percurso é que, assim, chega-se no parque por cima, o que rende uma bela vista de lá e também da cidade (onde a Sagrada Família destaca-se fortemente). Bonito, mas requer pique (sobretudo debaixo do solzão que fazia na hora da visita, pós almoço).


Se quiser chegar direto na parte mais famosa do parque, pegue a rua Carrer d'Olot.
Entrada: gratuita.

Casa Milà (La Pedrera) e Casa Batló:
Ambas são construções projetadas pelo arquiteto, que ficam no meio da cidade (mais precisamente, na rua Passeig de Gràcia, uma bem próxima da outra). É interessante como, andando por uma rua absolutamente normal, de repente surgem edifícios totalmente únicos e fora do padrão. A casa Milà é famosa por não ter nenhuma linha reta, o que muitos consideram feio (daí o "apelido" de La Pedrera). A casa Batló também tem um apelido (menos popular e mais macabro) de "casa dos ossos", pelo fato das sacadas terem um formato similiar ao de um crânio.

La Pedrera
Casa Batló
Ambas permitem visitação, mas infelizmente, como nossa estadia em Barcelona foi curtinha, admiramos só de fora mesmo.
Entrada: 15€ (La Pedrera) e 18€ (Casa Batló).

No próximo post: a visita ao bairro gótico e outras coisas legais para fazer na cidade.

Veja mais:

terça-feira, 5 de junho de 2012

10 programas imperdíveis em Madrid


Chegou a hora de fazer o resumo da viagem, como fiz para Lisboa. Abaixo, deixo as minhas dicas do que fazer em Madrid:

1. Visitar os incríveis museus
Não está no topo da lista por acaso: foi mesmo o meu programa favorito na cidade. Visite o belíssimo Museo del Prado, para ver obras de Velázquez, Goya, Bosch, El Greco, Rafael, Bruegel dentre outros mestres da arte clássica. Quem admira arte moderna irá adorar o Museo Reina Sofia, onde está o Guernica e outras obras de Picasso, Miró e Dali.

2. Visitar o Palácio real
Não deixe de conhecer os lindos e rebuscados aposentos do palácio. A gift shop é uma fofura para presentinhos com ar medieval.

Antes ou depois de conhecer o palácio, visite - logo em frente - a Catedral, com sua mistura de estilos.

4. Conhecer o Mercado de San Miguel
Para fazer um lanche ou só para espiar, caminhe pelo movimentado mercado e observe a fartura de comidas variadas servidas em tendas individuais.

5. Caminhar pelas praças famosas
Conheça a Plaza Mayor, rodeada de barzinhos e lojas de souvenir. Não muito distante, está a Puerta del Sol. Para comer, indico os restaurantes menos turísticos e mais tranquilos da Plaza de Santa Ana (destaque para o Lateral).

6. Admirar a Fuente de Cibeles
A praça onde fica a fonte é lindíssima e arrumada, e chama a atenção quando se está caminhando pela cidade.

7. Caminhar pelo Parque del Retiro
Se você gosta de passeios tranquilos por jardins bem verdes, gaste um tempinho passeando pelo parque. Se for chegado em programas mais agitados (meu caso, confesso) não se programe para perder muito tempo lá, mas ao menos conheça o jardim da entrada, que é bem bonito.

8. Fazer compras pela Gran Vía
A rua movimentada é um dos principais pontos turísticos da cidade, e é linda, rodeada por edifícios bem antigos. Compre roupas por bons preços na turma de lojas da Zara, Mango & cia. Para comer, recomendo o La Barraca e Los Juncales.

9. Fazer compras pelo bairro de Salamanca e na Calle Serrano
Mais tranquilo do que a região da Gran Vía, o bairro de Salamanca é uma delícia para passear, comprar e comer (dicas: Lateral, VIPS, Le Pain Quotidien e café Viena Capellanes). Pertinho, fica a Serrano, rua das grifes mais chiques.

10. Provar a comida típica espanhola
No fim, mas não menos importante: a comida espanhola é bem condimentada e saborosíssima! Não saia de lá sem provar uma bela paella (novamente indico o La Barraca, muito bom), os tradicionais tapas (enfatizo as delícias do Lateral) e o famoso churros com chocolate (provei apenas no Viena Capellanes, e gostei). Se estiver passeando em dia de semana, aproveite os ótimos preços dos menus executivos no almoço (comemos super bem no Los Juncales). Ah! Sempre acompanhando vinho, ok? (no post do Lateral, tem algumas dicas).

Em resumo: Madrid é uma cidade bonita, arrumada e maravilhosa! Algumas pessoas acham que Madrid é menos interessante do que Barcelona, opinião que eu não compartilhei, não. Em ambas, há muita coisa legal para ver e fazer. E não briguem comigo, mas tenho que falar de novo da comida: incrível nos dois lugares! hahaha

domingo, 3 de junho de 2012

Comendo em Madrid: Los Juncales


Quem acompanhou os posts dos restaurantes de Madrid já percebeu que na Espanha come-se muito bem. Um bom negócio para se aproveitar durante a semana são os almoços executivos oferecidos em vários restaurantes: assim, além de passar bem, você paga um preço super amigável. Muitos locais oferecem opções de entrada, prato e sobremesa (às vezes com bebida inclusa) por um preço fixo. Em Madrid, aproveitamos apenas o menú executivo do Los Juncales (em Barcelona, tivemos ótimas experiências no Lonja de Tapas e Taberna del Cura).

O Los Juncales fica próximo da Gran Via, e tem um ambiente bem bonitinho e clean. Toda a lateral do restaurante é de vidro, e de fora já se vê que é um lugar arrumadinho. Para comer, haviam duas opções de menu: uma custando 10,95€ e a outra 17,95€. Em cada, se podiam escolher dentre 3-4 opções de entrada/prato/sobremesa, com bebida inclusa (vinho, cerveja ou refresco). Eu e minha mãe pegamos o menu normal (que já era um ótimo negócio) e meu pai optou pelo menu plus.

Entrada:
Pedi um risoto de setas (um tipo de cogumelo que se come muito por lá) que, por sí só, já era uma refeição inteira! Gosto muito de risotos, e esse estava ótimo! Leve e saboroso, mas foi impossível comer inteiro, senão não conseguiria comer mais nada. Minha mãe pediu uma parrillada de legumes na brasa e meu pai pediu uma salada com queijo de cabra e bacon. Mais leves, também foram aprovadas. Destaque para os pães com molhinhos muito gostosos que estavam inclusos também.

Prato principal:
Eu e minha mãe pedimos filé grelhado com uma guarnição de batatas e legumes com azeite que estava muito, muito boa! A carne era gostosa também, fininha e macia. Meu pai pediu um bacalhau gratinado com legumes (ele só comia bacalhau na viagem hehehe) que achou gostoso também.

Sobremesa:
As sobremesas do menú normal eram fraquinhas: pedi uma torta de queijo com cranberry que não tinha muito gosto e minha mãe pediu um picolé básico que não guardei nas fotos. A sobremesa pedida do menu plus, uma torta de chocolate, era mais interessante (e bem servida).

Fora a sobremesa, o menu normal atendeu muito bem, e tinha um custo-benefício ótimo. À noite, a casa oferece também tapas. Se estiver passando pela região em dia de semana, vale a pena espiar os menus executivos e ver aquele que mais te interessa (os restaurantes normalmente deixam na porta). Se a opção do Los Juncales te atrair, recomendo experimentar, pois saímos de lá super satisfeitos.

Onde:
Calle del Marqués de Valdeiglesias, 3 - Madrid, Espanha

Veja mais:

sábado, 2 de junho de 2012

Comendo em Madrid: Le Pain Quotidien


O Le Pain Quotidien tem unidades espalhadas mundo afora e é especializado em pães orgânicos e lanches saudáveis. Esqueça o preconceito de que comida natureba é feita apenas de folhas sem gosto: lá, é tudo muito saboroso e variado. É mais fácil se manter saudável num lugar assim né?

Estávamos caminhando pela Calle Serrano, e quando chegou a hora de decidir onde almoçar, o Le Pain Quotidien tratou de surgir bem na nossa frente. Talvez fosse um recado dos céus com uma indireta, dada as zilhares de calorias que estavámos ingerindo na viagem. De qualquer forma, a intenção era mesmo fazer um lanche mais leve, e como já conhecíamos a qualidade da comida, resolvemos conhecer aquela unidade também. Era muito parecida com a do outro Le Pain Quotidien que visitei: ambiente leve e bonitinho, com tijolos aparentes e cardápios presos em fatias de pão, como suporte. Havia também uma mesa comunitária, para quem não vê problema em sentar com outras pessoas.

O cardápio conta com tartines (fatias de pão com recheio por cima - pode ser quente ou fria), saladas e porções. Eu e minha mãe pedimos as tartines: a minha de frango, brie e tomate seco, e a dela com vegetais laminados, queijo de cabra e azeite (ambos quentes, 12,50€). Os dois levavam pesto por cima, eram super bem servidos e estavam ótimos.
Meu pai pediu uma salada com mix de folhas, parmesão e pão com ricota e ragú de azeitona (10,60€), também aprovada! Se a comida natural não te convenceu, você deve concordar comigo, ao menos, que a apresentação dos pratos é linda.
Pra finalizar: se você, amigo paulista, ficou com vontade de conhecer, não precisa pegar um avião não: está para abrir uma unidade na Vila Madalena. Não sei você, mas estou na contagem regressiva!

Onde:
Calle Serrano, 27 - Madrid, Espanha

Comendo em Madrid: VIPS


Buscando uma opção para jantar perto do nosso hotel, acabamos dando a sorte de encontrar o VIPS, que pertence a uma rede de restaurantes com diversas unidades na Espanha. A unidade da rua Velázquez, ao menos, fica no fundo de uma loja de conveniências/presentinhos/guloseimas que também pertence à rede. O VIPS teria passado desapercebido se não tivéssemos entrado na loja pra comprar umas coisinhas, e descoberto uma bonitinha, ampla e movimentada lanchonete.
Meu pedido foi um sanduíche tostado com presunto, ovos mexidos e queijo fundido (7,95€), acompanhando batatas fritas. Era desses que a gente não tem do que reclamar: gostoso e bem servido.

Quanto aos hamburguers, o cardápio divide-se entre os tradicionais e os especiais ("Hamburguesas únicas"). Minha mãe pediu um bacon cheeseburguer (7,50€), da turma dos básicos, que ela achou gostoso, mas não fora de série. De fato, os hamburguers mais elaborados que passavam por nós aparentavam ser mais caprichados e gostosos. Dentre outros ingredientes, haviam opções acompanhando molhos e queijos variados (gorgonzola, brie, provolone e ementhal), custando na faixa de 10€, os especiais.
Meu pai pediu um filé com molho chimichurri e batatas rústicas (14€) que estava bom, mas realmente nos pareceu que o barato do VIPS são mesmo os sanduíches mais diferentes.

A lanchonete fica aberta o dia todo, do café ao jantar. Nesse dia, não pegamos sobremesa, mas voltamos no horário do lanche da tarde, onde alguns doces do cardápio tem preços especiais (4,50€ com bebida, que pode ser café ou chocolate), havendo também outros itens disponíveis somente nesse horário. Pedi uma torta de toblerone que lamento muito por não ter a foto, pois estava maravilhosa! Tomei com chocolate (não achocolatado e sim chocolate derretido), e reconheço que acabou ficando chocolate demais.

Como há várias unidades, se estiver buscando onde comer em qualquer horário e encontrar uma pelo caminho, vale a pena provar os sanduíches e a caprichada torta.

Onde:
Calle Velázquez, 136 - Madrid, Espanha