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quinta-feira, 21 de junho de 2012

10 programas imperdíveis em Barcelona


A pontinha de saudosismo no final do relato anterior já anuncia o que está por vir: o post final da viagem incrível que fizemos. Como fiz para Lisboa e Madrid, vou sintetizar os programas mais legais de se fazer em Barcelona, vale?

1. Visitar a Sagrada Família
Uma das coisas mais lindas que já vi na vida! E visitar é visitar mesmo, ok? Entrar na basílica e admirar o interior, que consegue ser ainda mais impressionante que a faixada. Compre os ingressos pela internet para evitar filas.

2. Visitar o Parc Güell
Passeio imperdível admirar a gracinha do parque e se estapear com outros turistas para garantir uma foto de rostinho colado com o famoso dragón.

3. Caminhar pelo Passeig de Gràcia
Além dos edifícios com estilo único do Gaudí, a Casa Milà (La Pedrera) e a Casa Batló, há uma série de lojas e cafés bonitinhos, que rendem um passeio super gostoso.

4. Aproveitar a noite em La Rambla
A rua mais famosa de Madrid, repleta de barzinhos e restaurantes, é o local ideal para tomar uma Estrella ou uma sangría, comer uns petiscos espanhóis e admirar o grande movimento de pessoas na rua. 

A região não podia ser mais bonitinha: observe/visite, pelo caminho, as várias praças góticas, a Igreja de Santa Maria del Mar, o Palau de la Música Catalana e o Mercado de Santa Caterina.

6. Visitar a Catedral de Barcelona
Faz parte do bairro gótico, mas fiz questão de destacar num item próprio pois a catedral é verdadeiramente linda: a visita é gratuita em certos horários e imperdível.

7. Caminhar pela Montcada
Da mesma forma, destaco aqui a parte mais legal de La Ribera: a ruazinha com ares medievais, que abriga restaurantes bacanas e o Museu Picasso.

8. Conhecer a Barceloneta
Para os meus padrões (de quem nasceu na Bahia) a Barceloneta, praia de Barcelona, deve ser muito mais legal no verão. De qualquer forma, mesmo no frio, caminhe até a orla e veja as duas obras de arte moderna que há por lá.

9. Provar a comida típica espanhola
O tópico final da lista de Madrid merece ser repetido: a comida da Espanha é incrível! Em La Rambla e arredores, recomendo o Julivert Meu e a Pizza Empório. Na Montcada, tivemos uma experiência excelente no almoço executivo do Lonja de Tapas. O menu executivo da Taberna del Cura também foi aprovado.

10. Conhecer o que faltou relatar no blog
Pois é, meus dias em Barcelona foram contados e ficaram de fora o famoso estádio do Barcelona (acho que mesmo pra quem não gosta de futebol - meu caso - deve ser interessante) e a região de Montjuic, que me parece ser linda.

E assim, chicos, acabam os relatos da nossa super viagem. Espero que tenham gostado e que possam aproveitar as dicas! :)

No próximo post, seguimos em frente com a nossa programação normal: dicas de São Paulo. ¡Hasta luego!

Veja mais:

domingo, 10 de junho de 2012

Barcelona: o que fazer (parte 2)


Se o post passado foi dedicado ao Gaudí, agora é hora de falar sobre o passeio pelo Bairro gótico, La Ribera e arredores. Tem bastante coisa para ver e acaba sendo um passeio longo, mas tudo que descrevo abaixo pode se fazer a pé, ok? Sugiro começar o passeio pela Plaça Catalunya (tem uma estação de metrô lá). Anota aí para conhecer:

Catedral de Barcelona:
Belíssima catedral no estilo gótico, muito linda mesmo! A catedral foi construída entre os séculos XIII e XV e vale muito a visita.
Entrada: durante a semana, é gratuita em um certo intervalo (se não me engano, antes das 13h e depois das 17h).


Praças góticas:
Além da Plaça de la Seu, onde fica a Catedral, há varias praças pelos arredores do bairro gótico. Na Plaça de Sant Jaume, está o o Palau de la Generalitat (parlamento da Catalônia), e a Capela de São Jorge, construída no século XV. Na Plaça de Ramon Berenguer el Gran, está um conjunto de bonitas muralhas romanas que restaram da época do Baixo Império.

Plaça de Sant Jaume
Plaça de Ramon Berenguer el Gran

Carrer de Montcada:
A rua super estreita e com ar medieval é uma gracinha, repleta de lojinhas e lugares interessantes para comer (recomendo fortemente o Lonja de Tapas). É também onde fica o Museu Picasso (entrada 11€), onde estão reunidas muitas das obras do artista. Destas, a mais famosa é uma série de interpretações do quadro "Las Meninas" de Velázquez (exposto no Museo del Prado, em Madrid).

Montcada
Museu Picasso

Mercado de Santa Caterina:
Saindo da Montcada, você pode subir a Via Laietana (uma avenida larga) em direção ao antigo mercadão. É muito mais simples do que o Mercado de San Miguel, em Madrid, por isso não acho que compensa a visita. Mas, se passar por ele, repare no teto colorido e ondulado.


Palau de la Música Catalana:
Caminhando na mesma direção, você chegará no Palau de la Música Catalana, um auditório de música que recebe visitas (guiadas, somente). Eu tinha vontade de fazer o passeio (basicamente, tudo que tem "música" no nome já desperta de imediato o meu interesse), mas as visitas são apenas até as 15:30, e eu cheguei lá depois disso. Para mim, ficou pra próxima, e para vocês, fica a dica.
Entada: 15€, visitas guiadas, das 10:00-15:30h.


Igreja de Santa Maria del Mar:
Na direção oposta da Via Laietana, um pouco abaixo da Montcada, fica a igreja de Santa Maria del Mar. É uma igreja simples, porém bonita, construída pelos trabalhadores mais humildes, para homenagear a santa padroeira dos marinheiros e pescadores. Repare no barco que fica na frente da imagem da santa, no centro da igreja. Se pretende fazer a visita, cuidado com o horário da siesta: ela fecha entre 13:30 e 16:30h.
Entrada: gratuita.


Barceloneta:
Descendo mais ainda, chegará na região da orla de Barcelona, onde fica a Barceloneta, famosa praia de lá. Confesso não ter gastado um tempo na Barceloneta em si, pois estava muito frio (e minha veia baiana pede praia no calor :). Na região da orla, repare no Cap de Barcelona, uma escultura criada pelo artista pop Roy Lichtenstein e no simpático Gambrinus, uma escultura de lagosta com um sorrisinho estilo cartoon muito engraçadinha.

A minha foto ficou distante: aqui tem uma melhor da carinha da lagosta

La Rambla:
Finalmente: estando em Barcelona, não se pode deixar de conhecer a principal rua de lá: La Rambla. Deixo para o final do roteiro pois é uma rua legal de ir a noite, repleta de barzinhos e restaurantes, sempre bem movimentados (vale para os arredores também). Escolha o lugar que mais te agrada e experimente (muitos deixam o menu visível na porta). Cuidado pra não confundir: a La Ramba termina na Plaça Catalunya, a partir da qual começa a rua Rambla Catalunya. A segunda possui também opções para comer e beber, mas a primeira é que é a mais famosa, tá? La Rambla fica também na região do bairro gótico e é perto das outras coisas que falei.

Finalmente, confesso (provavelmente em meio a pesadas críticas) que não me abalei para conhecer o Estádio do Barcelona. Me dêem um desconto: meu interesse em futebol é zero e os dias na cidade meio contados, então achei mais legal usar meu tempo para compras, passeios e comida. Mas, lógico, um roteiro completo deveria incluir a visita ao estádio, que dizem ser lindo. Só pra saber, ele fica bem fora de mão das coisas que já falei no blog: é preciso estudar a melhor forma de chegar até lá.

Veja mais:

sábado, 9 de junho de 2012

Barcelona: o que fazer (parte 1)


É hora de falar de Barcelona, cidade que fechou o nosso roteiro, e encerra também os posts da viagem no blog. Para começar, vou falar do que eu chamo de "roteiro Gaudí": as atrações turísticas mais famosas de Barcelona giram em torno das obras do arquiteto Antoni Gaudí (1852-1926). As principais:

Sagrada Familia:
Talvez, quem veja fotos da Sagrada Família pela internet, possa achar que o lugar não seja merecedor de tanta veneração, ainda mais com aqueles guindastes feiosos que atrapalham o visual da fachada. Pessoalmente, o lugar é imensamente mais bonito do que qualquer foto consegue retratar. Difícil definir em um adjetivo: posso pensar em magnífico, exuberante, impressionante... mas acho que fico mesmo com surreal. Sim, imaginar como alguém consegue pensar em algo tão único na sua época está além da minha capacidade!

São duas faixadas, a do nascimento de Jesus e a da sua crucificação. A primeira tem um nível de detalhes impressionante, enquanto a segunda tem linhas muito mais modernistas. Vale prestar atenção nos painéis explicativos para entender o que está sendo retratado em cada canto: se você só bater o olho e voltar, vai perder boa parte do encanto.


A faixada da Sagrada Família me impressionou, mas o que me deixou de boca aberta foi mesmo o seu interior: diferente de qualquer coisa que já vi na vida, lindo, lindo, lindo! Há também algumas salas no estilo mini-museu para aprender mais sobre a basílica. Achei muito bacana a informação sobre o teto, que busca imitar o encontro de árvores num bosque. Não é que parece mesmo (com um ar meio onírico)? Prestem atenção no que digo, se for à Barcelona a visita é indispensável!!!


Dica: por ser super famosa, espere muita gente visitando a Sagrada Família, e filas enormes. Para não perder um grande tempo na fila, recomendo comprar os ingressos pela internet. São horas marcadas e visitas de 1h. Compramos antes de ir e não pegamos fila nenhuma, super tranquilo!
Entrada: 13€, muito bem gastos!

Parc Güell:
A principal atração do parque são, novamente, as obras de Gaudí, que ficam bem na entrada. Dentre elas, a mais famosa é a escultura do colorido dragón, que fica no meio da escadaria central. Tirar uma foto com o bendito é praticamente uma guerra: você deve gastar um bom tempo até conseguir (com sorte) uma foto em que o bichinho não esteja rodeado pelas cabeças de muitos turistas insistentes. Na parte superior, repare nos desenhos bonitos dos bancos ondulados.


Fomos para o parque de metrô, descendo na estação Vallcarca, como nos recomendaram. O que não disseram era que havia uma subida gigante até lá: parte possuia escadas rolantes, mas a maioria era na raça mesmo. A vantagem de fazer o percurso é que, assim, chega-se no parque por cima, o que rende uma bela vista de lá e também da cidade (onde a Sagrada Família destaca-se fortemente). Bonito, mas requer pique (sobretudo debaixo do solzão que fazia na hora da visita, pós almoço).


Se quiser chegar direto na parte mais famosa do parque, pegue a rua Carrer d'Olot.
Entrada: gratuita.

Casa Milà (La Pedrera) e Casa Batló:
Ambas são construções projetadas pelo arquiteto, que ficam no meio da cidade (mais precisamente, na rua Passeig de Gràcia, uma bem próxima da outra). É interessante como, andando por uma rua absolutamente normal, de repente surgem edifícios totalmente únicos e fora do padrão. A casa Milà é famosa por não ter nenhuma linha reta, o que muitos consideram feio (daí o "apelido" de La Pedrera). A casa Batló também tem um apelido (menos popular e mais macabro) de "casa dos ossos", pelo fato das sacadas terem um formato similiar ao de um crânio.

La Pedrera
Casa Batló
Ambas permitem visitação, mas infelizmente, como nossa estadia em Barcelona foi curtinha, admiramos só de fora mesmo.
Entrada: 15€ (La Pedrera) e 18€ (Casa Batló).

No próximo post: a visita ao bairro gótico e outras coisas legais para fazer na cidade.

Veja mais: